domingo, 28 de agosto de 2016

Formação de uma boa raiz entre homem, mulher e filhos. Introdução A CRIAÇÃO Gn 1.1 “No princípio, criou Deus os céus e a terra. Deus se revela na Bíblia como um ser infinito, eterno, auto-existente e como a Causa Primária de tudo o que existe. Nunca houve um momento em que Deus não existisse. Conforme afirma Moisés: “Antes que os montes nascessem, ou que tu formasses a terra e o mundo, sim, de eternidade a eternidade, tu és Deus” (Sl 90.2). Deus se revela como um ser pessoal que criou Adão e Eva “à sua imagem” . E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra. E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. Gênesis 1:26,27 Milênios se passaram e, junto com eles, muita coisa mudou no mundo. As mais diferentes culturas de todos os lugares do planeta sofreram grandes transformações ao longo de sua história. O mapa político e social dos continentes já mudou várias vezes. No entanto, os seres humanos continuam integrando-se em famílias. Por isso, não é difícil concluir que sua origem é divina. Deus é o Criador da família e, como tal, o único com autoridade e direito de decidir o que ela é, para que existe e como deve funcionar. A família só pode viver e se desenvolver normalmente se contar com a presença e a bênção de Deus. Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela. Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela. Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão de dores, pois assim dá ele aos seus amados o sono. Eis que os filhos são herança do Senhor, e o fruto do ventre o seu galardão. Como flechas na mão de um homem poderoso, assim são os filhos da mocidade. Bem-aventurado o homem que enche deles a sua aljava; não serão confundidos, mas falarão com os seus inimigos à porta. Salmos 127:1-5 O inimigo da família sabe que, destruindo os relacionamentos entre marido e mulher, pais e filhos, estará condenando à sociedade à morte. Por isso, a crise que vive a nossa geração focaliza-se principalmente nos lares. Assim como o primeiro pecado foi cometido dentro da família e atentou contra ela, também em nossos dias a maioria dos pecados se cometem no seio familiar. E viu a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento; tomou do seu fruto, e comeu, e deu também a seu marido, e ele comeu com ela. Gênesis 3:6 Nos lares, vivem-se tensões, contendas, discussões, injúrias, gritos, ofensas, ressentimentos, amarguras, separações e divórcios. A família é o foco dos ataques de Satanás, que trama sem parar contra ela; infelizmente, em diversas oportunidades, ele ainda conta com a colaboração de pais ou filhos para facilitar esta tarefa. As evidências destas ofensivas diabólica estão diante de nós: deterioração dos valores tradicionais, crescimento dos conflitos e um número crescente de separações em proporções alarmantes. E nós, o que estamos fazendo. Mato Grosso do Sul tem a segunda maior taxa geral de divórcio do país, segundo as Estatísticas do Registro Civil divulgadas nesta sexta-feira (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nos últimos cinco anos, as taxas de divórcios no estado aumentaram. Em 2010, a aprovação da Emenda Constitucional que facilitou e agilizou os processos de divórcios, impulsionou as taxas. Será que a Igreja tem algo a oferecer à nossa sociedade, alguma coisa que possa salvá-la? Há mesmo solução em Jesus Cristo para esta crise, como costumamos alardear, ou nosso discurso é ineficaz diante da morte de tantos lares? O Evangelho tem mesmo o poder de promover a ressurreição de tantas famílias das quais a vida fugiu? Se você me permite responder minha própria pergunta, afirmo enfaticamente que sim. Por acreditar que a deterioração da família deve-se ao fato de que a ordem de Deus para ela tem sido ignorada, abandonada e alterada por critérios humanos, também estou convencido de que contamos com recursos para a reconstrução dos lares. Fator de deterioração da família: 1-Carência de propósito Muita gente simplesmente não tem nenhum propósito para sua vida em família. Casam-se, trabalham, se esforção, adquire família, tem filhos, mas não sabe bem para quê à constituiu. 2-Objetivos equivocados A carência de um propósito claro para a família faz com que se desviem para objetivos equivocados e fazendo da família os meios para seus fins pessoais e secundários. 3-Gratificação pessoal e egoísta Há aqueles que se casam pensando somente em si mesmos. Seu objetivo não é dar, mas receber; não servir, mas ser servidos. E isto acontece no âmbito da vida material, na vida sexual e no tocante às responsabilidades familiares. A única garantia, porém, é a do fracasso da família. Alguns fazem da família um fim em si. Seu projeto pessoal de felicidade e conveniência converte-se na meta mais alta da vida familiar. Mesmo sem se dar conta considera Deus apenas um excelente meio para alcançar o bem-estar. Tais famílias vivem tão-somente preocupadas com sua própria fama e seu nome. Dedicam-se por inteiro à própria comodidade e ao prazer pessoal. Obtenção de benefícios Este é o objetivo da maioria dos casamentos que se constituem, ainda que inconscientemente. É claro que há benefícios legítimos que Deus mesmo tem outorgado ao casamento, como a alegria de viver em companhia, afeto, felicidade, deleite que proporciona o ato sexual, a alegria de pertencer a um núcleo familiar, a cobertura espiritual, a proteção, os filhos etc. Quando Deus criou a família, buscava ter uma descendência piedosa na terra! "Portanto guardai-vos em vosso espírito, e que ninguém seja infiel para com a mulher da sua mocidade? (Malaquias 2.15). Família: Um projeto perfeito de Deus! Não foi Adão quem quis ter uma família, mas Deus deu aos homens a capacidade de se multiplicar e ter filhos. E aprouve a Deus gerar, a partir desta descendência, muitos homens e muitas mulheres que se tornaram filhos por meio de Jesus Cristo. E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele. Havendo, pois, o Senhor Deus formado da terra todo o animal do campo, e toda a ave dos céus, os trouxe a Adão, para este ver como lhes chamaria; e tudo o que Adão chamou a toda a alma vivente, isso foi o seu nome. E Adão pôs os nomes a todo o gado, e às aves dos céus, e a todo o animal do campo; mas para o homem não se achava ajudadora idônea. Então o Senhor Deus fez cair um sono pesado sobre Adão, e este adormeceu; e tomou uma das suas costelas, e cerrou a carne em seu lugar; E da costela que o Senhor Deus tomou do homem, formou uma mulher, e trouxe-a a Adão. E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; esta será chamada mulher, porquanto do homem foi tomada. Gênesis 2:18-23 Deus não deu ao homem uma simples companheira, mas uma ajudadora idônea, para que neles e através deles pudesse realizar seu plano de governar a terra, com o propósito de ter em todo lugar a sua presença por meio de sua imagem e semelhança. E tomou o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e o guardar. Gênesis 2:15

Formação de uma boa raiz entre homem, mulher e filhos.

Introdução
A CRIAÇÃO
Gn 1.1 “No princípio, criou Deus os céus e a terra.
Deus se revela na Bíblia como um ser infinito, eterno, auto-existente e como a Causa Primária de tudo o que existe. Nunca houve um momento em que Deus não existisse. Conforme afirma Moisés: “Antes que os montes nascessem, ou que tu formasses a terra e o mundo, sim, de eternidade a eternidade, tu és Deus” (Sl 90.2).

Deus se revela como um ser pessoal que criou Adão e Eva “à sua imagem” .

E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra.
E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.
Gênesis 1:26,27

 Milênios se passaram e, junto com eles, muita coisa mudou no mundo. As mais diferentes culturas de todos os lugares do planeta sofreram grandes transformações ao longo de sua história. O mapa político e social dos continentes já mudou várias vezes. No entanto, os seres humanos continuam integrando-se em famílias.  
Por isso, não é difícil concluir que sua origem é divina. Deus é o Criador da família e, como tal, o único com autoridade e direito de decidir o que ela é, para que existe e como deve funcionar. A família só pode viver e se desenvolver normalmente se contar com a presença e a bênção de Deus. Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela.
Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela.
Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão de dores, pois assim dá ele aos seus amados o sono.
Eis que os filhos são herança do Senhor, e o fruto do ventre o seu galardão.
Como flechas na mão de um homem poderoso, assim são os filhos da mocidade.
Bem-aventurado o homem que enche deles a sua aljava; não serão confundidos, mas falarão com os seus inimigos à porta.
Salmos 127:1-5
O inimigo da família sabe que, destruindo os relacionamentos entre marido e mulher, pais e filhos, estará condenando à sociedade à morte. Por isso, a crise que vive a nossa geração focaliza-se principalmente nos lares. Assim como o primeiro pecado foi cometido dentro da família e atentou contra ela, também em nossos dias a maioria dos pecados se cometem no seio familiar.
E viu a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento; tomou do seu fruto, e comeu, e deu também a seu marido, e ele comeu com ela.
Gênesis 3:6

Nos lares, vivem-se tensões, contendas, discussões, injúrias, gritos, ofensas, ressentimentos, amarguras, separações e divórcios. A família é o foco dos ataques de Satanás, que trama sem parar contra ela; infelizmente, em diversas oportunidades, ele ainda conta com a colaboração de pais ou filhos para facilitar esta tarefa. As evidências destas ofensivas diabólica  estão diante de nós: deterioração dos valores tradicionais, crescimento dos conflitos e um número crescente de separações em proporções alarmantes. E nós, o que estamos fazendo.

Mato Grosso do Sul tem a segunda maior taxa geral de divórcio do país, segundo as Estatísticas do Registro Civil divulgadas nesta sexta-feira (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nos últimos cinco anos, as taxas de divórcios no estado aumentaram. Em 2010, a aprovação da Emenda Constitucional que facilitou e agilizou os processos de divórcios, impulsionou as taxas.

Será que a Igreja tem algo a oferecer à nossa sociedade, alguma coisa que possa salvá-la? Há mesmo solução em Jesus Cristo para esta crise, como costumamos alardear, ou nosso discurso é ineficaz diante da morte de tantos lares? O Evangelho tem mesmo o poder de promover a ressurreição de tantas famílias das quais a vida fugiu? Se você me permite responder minha própria pergunta, afirmo enfaticamente que sim. Por acreditar que a deterioração da família deve-se ao fato de que a ordem de Deus para ela tem sido ignorada, abandonada e alterada por critérios humanos, também estou convencido de que contamos com recursos para a reconstrução dos lares.
Fator de deterioração da família:
1-Carência de propósito
Muita gente simplesmente não tem nenhum  propósito para sua vida em família. Casam-se, trabalham, se esforção, adquire família, tem filhos, mas não sabe bem para quê à constituiu.

2-Objetivos equivocados
A carência de um propósito claro para a família faz com que se desviem  para objetivos equivocados e fazendo da família os meios  para seus  fins pessoais e secundários.

3-Gratificação pessoal e egoísta
Há aqueles que se casam pensando somente em si mesmos. Seu objetivo não é dar, mas receber; não servir, mas ser servidos. E isto acontece no âmbito da vida material, na vida sexual e no tocante às responsabilidades familiares. A única garantia, porém, é a do fracasso da família.
Alguns fazem da família um fim em si. Seu projeto pessoal de felicidade e conveniência converte-se na meta mais alta da vida familiar. Mesmo sem se dar conta considera Deus apenas um excelente meio para alcançar o bem-estar. Tais famílias vivem tão-somente preocupadas com sua própria fama e seu nome. Dedicam-se por inteiro à própria comodidade e ao prazer pessoal.

Obtenção de benefícios
Este é o objetivo da maioria dos casamentos que se constituem, ainda que inconscientemente. É claro que há benefícios legítimos que Deus mesmo tem outorgado ao casamento, como a alegria de viver em companhia, afeto, felicidade, deleite que proporciona o ato sexual, a alegria de pertencer a um núcleo familiar, a cobertura espiritual, a proteção, os filhos etc.

Quando Deus criou a família, buscava  ter uma descendência piedosa na terra!
"Portanto guardai-vos em vosso espírito, e que ninguém seja infiel para com a mulher da sua mocidade? (Malaquias 2.15).

Família: Um projeto perfeito de Deus!
Não foi Adão quem quis ter uma família, mas Deus deu aos homens a capacidade de se multiplicar e ter filhos. E aprouve a Deus gerar, a partir desta descendência, muitos homens e muitas mulheres que se tornaram filhos por meio de Jesus Cristo.






E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele.
Havendo, pois, o Senhor Deus formado da terra todo o animal do campo, e toda a ave dos céus, os trouxe a Adão, para este ver como lhes chamaria; e tudo o que Adão chamou a toda a alma vivente, isso foi o seu nome.
E Adão pôs os nomes a todo o gado, e às aves dos céus, e a todo o animal do campo; mas para o homem não se achava ajudadora idônea.
Então o Senhor Deus fez cair um sono pesado sobre Adão, e este adormeceu; e tomou uma das suas costelas, e cerrou a carne em seu lugar;
E da costela que o Senhor Deus tomou do homem, formou uma mulher, e trouxe-a a Adão.
E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; esta será chamada mulher, porquanto do homem foi tomada.
Gênesis 2:18-23

Deus não deu ao homem uma simples companheira, mas uma ajudadora idônea, para que neles e através deles pudesse realizar seu plano de governar a terra, com o propósito de ter em todo lugar a sua presença por meio de sua imagem e semelhança.

E tomou o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e o guardar.
Gênesis 2:15

Introdução
A CRIAÇÃO
Gn 1.1 “No princípio, criou Deus os céus e a terra.
Deus se revela na Bíblia como um ser infinito, eterno, auto-existente e como a Causa Primária de tudo o que existe. Nunca houve um momento em que Deus não existisse. Conforme afirma Moisés: “Antes que os montes nascessem, ou que tu formasses a terra e o mundo, sim, de eternidade a eternidade, tu és Deus” (Sl 90.2).

Deus se revela como um ser pessoal que criou Adão e Eva “à sua imagem” .

E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra.
E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.
Gênesis 1:26,27

 Milênios se passaram e, junto com eles, muita coisa mudou no mundo. As mais diferentes culturas de todos os lugares do planeta sofreram grandes transformações ao longo de sua história. O mapa político e social dos continentes já mudou várias vezes. No entanto, os seres humanos continuam integrando-se em famílias.  
Por isso, não é difícil concluir que sua origem é divina. Deus é o Criador da família e, como tal, o único com autoridade e direito de decidir o que ela é, para que existe e como deve funcionar. A família só pode viver e se desenvolver normalmente se contar com a presença e a bênção de Deus. Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela.
Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela.
Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão de dores, pois assim dá ele aos seus amados o sono.
Eis que os filhos são herança do Senhor, e o fruto do ventre o seu galardão.
Como flechas na mão de um homem poderoso, assim são os filhos da mocidade.
Bem-aventurado o homem que enche deles a sua aljava; não serão confundidos, mas falarão com os seus inimigos à porta.
Salmos 127:1-5
O inimigo da família sabe que, destruindo os relacionamentos entre marido e mulher, pais e filhos, estará condenando à sociedade à morte. Por isso, a crise que vive a nossa geração focaliza-se principalmente nos lares. Assim como o primeiro pecado foi cometido dentro da família e atentou contra ela, também em nossos dias a maioria dos pecados se cometem no seio familiar.
E viu a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento; tomou do seu fruto, e comeu, e deu também a seu marido, e ele comeu com ela.
Gênesis 3:6

Nos lares, vivem-se tensões, contendas, discussões, injúrias, gritos, ofensas, ressentimentos, amarguras, separações e divórcios. A família é o foco dos ataques de Satanás, que trama sem parar contra ela; infelizmente, em diversas oportunidades, ele ainda conta com a colaboração de pais ou filhos para facilitar esta tarefa. As evidências destas ofensivas diabólica  estão diante de nós: deterioração dos valores tradicionais, crescimento dos conflitos e um número crescente de separações em proporções alarmantes. E nós, o que estamos fazendo.

Mato Grosso do Sul tem a segunda maior taxa geral de divórcio do país, segundo as Estatísticas do Registro Civil divulgadas nesta sexta-feira (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nos últimos cinco anos, as taxas de divórcios no estado aumentaram. Em 2010, a aprovação da Emenda Constitucional que facilitou e agilizou os processos de divórcios, impulsionou as taxas.

Será que a Igreja tem algo a oferecer à nossa sociedade, alguma coisa que possa salvá-la? Há mesmo solução em Jesus Cristo para esta crise, como costumamos alardear, ou nosso discurso é ineficaz diante da morte de tantos lares? O Evangelho tem mesmo o poder de promover a ressurreição de tantas famílias das quais a vida fugiu? Se você me permite responder minha própria pergunta, afirmo enfaticamente que sim. Por acreditar que a deterioração da família deve-se ao fato de que a ordem de Deus para ela tem sido ignorada, abandonada e alterada por critérios humanos, também estou convencido de que contamos com recursos para a reconstrução dos lares.
Fator de deterioração da família:
1-Carência de propósito
Muita gente simplesmente não tem nenhum  propósito para sua vida em família. Casam-se, trabalham, se esforção, adquire família, tem filhos, mas não sabe bem para quê à constituiu.

2-Objetivos equivocados
A carência de um propósito claro para a família faz com que se desviem  para objetivos equivocados e fazendo da família os meios  para seus  fins pessoais e secundários.

3-Gratificação pessoal e egoísta
Há aqueles que se casam pensando somente em si mesmos. Seu objetivo não é dar, mas receber; não servir, mas ser servidos. E isto acontece no âmbito da vida material, na vida sexual e no tocante às responsabilidades familiares. A única garantia, porém, é a do fracasso da família.
Alguns fazem da família um fim em si. Seu projeto pessoal de felicidade e conveniência converte-se na meta mais alta da vida familiar. Mesmo sem se dar conta considera Deus apenas um excelente meio para alcançar o bem-estar. Tais famílias vivem tão-somente preocupadas com sua própria fama e seu nome. Dedicam-se por inteiro à própria comodidade e ao prazer pessoal.

Obtenção de benefícios
Este é o objetivo da maioria dos casamentos que se constituem, ainda que inconscientemente. É claro que há benefícios legítimos que Deus mesmo tem outorgado ao casamento, como a alegria de viver em companhia, afeto, felicidade, deleite que proporciona o ato sexual, a alegria de pertencer a um núcleo familiar, a cobertura espiritual, a proteção, os filhos etc.

Quando Deus criou a família, buscava  ter uma descendência piedosa na terra!
"Portanto guardai-vos em vosso espírito, e que ninguém seja infiel para com a mulher da sua mocidade? (Malaquias 2.15).

Família: Um projeto perfeito de Deus!
Não foi Adão quem quis ter uma família, mas Deus deu aos homens a capacidade de se multiplicar e ter filhos. E aprouve a Deus gerar, a partir desta descendência, muitos homens e muitas mulheres que se tornaram filhos por meio de Jesus Cristo.






E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele.
Havendo, pois, o Senhor Deus formado da terra todo o animal do campo, e toda a ave dos céus, os trouxe a Adão, para este ver como lhes chamaria; e tudo o que Adão chamou a toda a alma vivente, isso foi o seu nome.
E Adão pôs os nomes a todo o gado, e às aves dos céus, e a todo o animal do campo; mas para o homem não se achava ajudadora idônea.
Então o Senhor Deus fez cair um sono pesado sobre Adão, e este adormeceu; e tomou uma das suas costelas, e cerrou a carne em seu lugar;
E da costela que o Senhor Deus tomou do homem, formou uma mulher, e trouxe-a a Adão.
E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; esta será chamada mulher, porquanto do homem foi tomada.
Gênesis 2:18-23

Deus não deu ao homem uma simples companheira, mas uma ajudadora idônea, para que neles e através deles pudesse realizar seu plano de governar a terra, com o propósito de ter em todo lugar a sua presença por meio de sua imagem e semelhança.

E tomou o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e o guardar.

Gênesis 2:15

domingo, 14 de agosto de 2016

Permissividade Moral

Introdução
“A SOCIEDADE PERMISSIVA TORNA-SE VIOLENTA”
Permissividade é permitir, concordar e aceitar determinadas práticas e ações que sabemos que estão erradas em contraste com as normas justas da moral, os bons costumes e fora dos princípios da palavra de Deus.
Enfrentamos o pior tipo de perseguição espiritual dos últimos tempos que é a “nova tolerância moral”, baseada na inversão aos valores bíblicos engendrados em uma cultura global, que é associada aos avanços tecnológicos cada vez mais anticristãos, afetando diretamente a família e consequentemente a igreja e como resultado final toda a sociedade.
A igreja  é o reflexo do que vem acontecendo com a família que hoje é um grande “câncer social”. Essa é a declaração do psicanalista francês Charles Melman, em uma matéria da revista Veja.
Nas últimas décadas, os jovens brasileiros experimentam um nível de relativismo e permissividade moral que cresce com o passar dos anos. Sobre isso, alguns médicos ponderam: ' Á sexualidade na adolescência é um erro', e asseguram que 'a mensagem do 'sexo seguro' é um terrível erro'. O sexo é bom (quando ele é moralmente correto)
Alegre-se, jovem, na sua mocidade! Seja feliz o seu coração nos dias da sua juventude! Siga por onde seu coração mandar, até onde a sua vista alcançar; mas saiba que por todas essas coisas.
Deus o trará a julgamento. (Eclesiastes 11:9)
Mecanismo de alerta:
O corpo humano possui uma serie de mecanismo de alerta como: dor, febre etc. para nos advertir em relação às desordens em geral. Essas coisas são boas ou ruis? Bom não é sinônimo de agradável.  Se assim pensarmos então chegamos à conclusão que a maldição aponta para uma analogia no organismo geracional – identificamos os nossos pecados quando olhamos para os nossos filhos – o que vemos em nossos filhos são os sintomas e não a causa em si.
Maldição geracional.
Quando os pais não se convertem aos filhos e os filhos aos pais. Quando a injustiça, abominação, imoralidade, abuso, desonra dos filhos; A maldição se instala através de infortúnios e perseguições espiritual. É isso que provoca a ira dos pais contra os filhos e dos filhos contra os pais, pela raiz de amargura e como resultado da rebelião contra os princípios de Deus. Essa foi à história de Caim, Esaú e Absalão. O pecado danifica a capacidade emocional de estabelecer relacionamentos saudáveis entre pais e filhos.
POR QUE CAIM MATOU ABEL?
O Novo Testamento lança luz sobre o Antigo Testamento e revela a razão pela qual Caim matou o seu irmão. “O motivo íntimo do desumano ato de Caim é revelado em 1 João 3.12”.
O apóstolo João interpreta a narrativa de Gênesis e afirma que o motivo principal do crime era a natureza pecaminosa de Caim, cujo coração era maligno e perverso. João é categórico ao dizer que Caim era do Maligno e suas obras eram más. Tendo em vista que nada incomoda mais as trevas do que a luz, Caim nutria uma diabólica animosidade para com Abel, homem de fé (Heb 11.4) e justo (Mt 23.35).
Por que Caim matou Abel?
ü  IMPIEDADE. A vileza de desonrar a Deus.
ü  INVEJA. A tristeza pelo sucesso do outro.
ü  IRA. O vento que apaga a lâmpada da mente.
ü  REBELDIA. A insistência em andar na contramão.
ü  HOMICÍDIO. Um atentado contra a santidade da vida.
ü  IMPENITÊNCIA. Um coração refratário à obra da graça.
ü  ORGULHO. O primeiro e o pior pecado.
Lidando com o pecado Saul.
Deus disse a Samuel que fosse falar com Saul, que estava erigindo um monumento a si mesmo (1 Samuel 15:10-12). Quando Samuel se aproximou, Saul abriu a boca: “Bendito sejas tu do SENHOR; executei as palavras do SENHOR” (15:13). Ele parecia muito ansioso para assegurar a Samuel de que a ordem tinha sido cumprida. Samuel respondeu perguntando pelo som de bois mugindo e ovelhas balindo. Este era o ponto crítico. O que faria Saul quando confrontado com seu pecado? Saul defendeu-se (15:15). Ele explicou que era o povo que tinha poupado os animais. Ele raciocinou que isso era por uma boa causa: sacrificar ao Senhor. Desde Adão até agora, os pecadores têm tentado afastar a culpa e dar desculpas pela sua desobediência. É duro aceitar a responsabilidade pelos próprios atos.
A consciência de Saul era impenetrável. Mais tarde Saul recitaria a palavra “Pequei”, mas somente porque ele queria que Samuel voltasse e o honrasse diante do povo, não porque estivesse arrependido de fato.
Como resultado do coração impenitente de Saul (note Romanos 2:5), Deus afastou Seu espírito de Saul, e um espírito mal entrou nele. Dê em diante, a vida de Saul foi torturada e arruinada pela culpa.
Absalão, um homem astucioso.
Absalão também dizia: “Ah! Se eu fosse o juiz aqui! Então qualquer pessoa que tivesse uma questão ou um pedido poderia me procurar, e eu faria justiça”. (II Sm 15 :4 NTLH)
Na casa de Davi, por um período, o pecado esteve presente de forma tão intensa que a vida do jovem Absalão foi tragada prematuramente. Que a história desse jovem nos ajude a lidar corretamente com os perigos que a vida nos impõe.
Absalão, cujo nome significa “pai [é] de paz”.
"Não havia, porém, em todo o Israel homem tão celebrado por sua beleza como Absalão; da planta do pé ao alto da cabeça, não havia nele defeito algum" (II Sm 14:25).
Em Israel, desde os tempos mais remotos, até os dias de hoje, toda criança aprende a decorar a lei de Deus - Um dos mandamentos é este: "Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o SENHOR, teu Deus, te dá" (Êx 20:12).
Criado no palácio, acostumado a conforto e riqueza, informado sobre os bastidores do governo, sabedor das intrigas palacianas, Absalão foi lentamente desejando o poder; seu coração tornava-se possuído por um desejo incontrolável de ser rei.
Tudo isso começou depois que seu pai adulterou com Bate-Seba e mandou matar o marido desta, chamado Urias (cf. II Sm 11-12). Davi jamais chamou Absalão para conversar sobre seu terrível pecado. Enquanto Absalão desenvolvia seus planos de poder, seu irmão paterno, Amnom, primeiro filho de Davi com outra mulher, desenvolvia um plano repugnante: ele queria deitar-se com a bela Tamar, sua meia irmã. Amnom alimentou um amor pecaminoso, e, ao ser rejeitado, usou a força e estuprou Tamar (II Sm 13:1-19 ). Davi se indignou muito, mas nada fez (II Sm 13:21).
Mas ele não estava interessado nos problemas do povo, nem em ajudar seu pai a governar bem; o que ele queria era saber o nível de insatisfação do povo contra o rei e ter o apoio popular contra seu pai. Para tanto, apresentou-se como alguém que sofria as mesmas dores e enfrentava as mesmas dificuldades do povo. “Sou como vocês!” Absalão era homem astuto nas palavras: “Olhe! A lei está do seu lado, mas não há um representante do rei para ouvir o seu caso” (II Sm 15:3 – NTLH). E dizia mais: “Ah! Se eu fosse o juiz aqui! Então qualquer pessoa que tivesse uma questão ou um pedido poderia me procurar, e eu faria justiça” (II Sm 15:4 – NTLH).
Absalão sabia falar ao coração das pessoas. O povo não percebeu o engodo.
Infelizmente, na maioria das vezes, a maioria não percebe quando os fraudulentos se aproximam, e, com palavras mansas e manhosas, os enganam.
“Aos olhos do povo, a figura de Absalão começou então a distanciar-se de Davi, seu pai”. A cada dia, a imagem de Davi era desgastada e a de Absalão, fortalecida. As pessoas começaram a dar razão àquele jovem astuto. “Eles consideravam os atos e palavras de Absalão como sendo genuínos, e não traiçoeiros”. Ninguém discerniu que ali estava um filho traindo o pai.

Quanta dissimulação! Ninguém percebeu que ele furtava o coração dos homens de Israel (II Sm 15 :6). Quando Absalão teve certeza absoluta de que o povo o amava mais do que a Davi, quando viu que a revolta contra o rei ficou mais forte, e os [seus] seguidores (...) aumentaram (II Sm 15:12b – NTLH), armou o último passo para seu golpe de Estado: Mentiu para Davi, dizendo-lhe que teria de ir a Hebron para prestar um culto a Deus, como cumprimento de um voto que, na verdade, nunca fizera (15:7-9). Ele usou Deus, o culto, tudo o que pôde para seus fins políticos. Como Absalão é atual!
Não é à toa que a Bíblia adverte: "Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar" (I Pe 5:8).

Ele quebrara o quinto mandamento; não viu seus dias serem prolongados.

LIÇÕES DA VIDA DE ABSALÃO:
ü  Beleza não é tudo, nem é fundamental pra se ter vida longa e bem sucedida;
ü  Obedecer a Deus é melhor do que o corpo ficar magro e esguio, mas a alma continuar obesa, pecaminosa e astuta?
ü  Diálogo na família é fundamental, em especial entre pais e filhos.
ü  Absalão soube do gravíssimo pecado de seu pai, mas, através dos outros.
Ele esperou, por dois anos, que seu pai punisse Amnom, mas não viu o irmão sequer ser repreendido. Com o coração cheio de ódio, fez justiça própria: matou Amnom. Exilado por três anos, jamais foi repreendido por seu ato assassino. Ele decidiu buscar o diálogo com seu pai, que o aceitou de volta, mas lhe virou a cara, por dois anos. Irritado, mandou dizer ao pai: "Agora, pois, quero ver a face do rei; se há em mim alguma culpa, que me mate"
(II Sm 14 :32).

Deus é o maior interessado na reconciliação de pais e filhos.
E ele converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos a seus pais; para que eu não venha, e fira a terra com maldição (Malaquias 4:6).
Arena de Desafio da sociedade do presente século:
Precisamos nos ajustar para interagir com toda essa situação com rapidez. São muitos que estão enfermos, vida infrutífera e traumatizada pelo processo de perdas. Em contra partida temos uma sociedade cada vez mais humanista, permissiva e descentralizada da glória de Deus.
A Cruz traz reconciliação:
Na reconciliação reside o princípio de lidar com a maldição entre pais e filhos, marido e mulher, líder e liderados.
A quebra de maldição não acontece pela intercessão, mas pela confissão intencional. Não podemos continuar colocando “remendo novo em roupas velhas”, a Bíblia diz que isso ajuda aumentar a rotura. Alguém precisa estar disposto a iniciar o processo de cura geracional, fundamentado na reconciliação.

Depois de 400 anos sem nenhum profeta em Israel, João Batista aparece pregando sobre arrependimento. A nação havia se desviado de Deus e a corrupção era generalizada: A religião, a política, os coletores de impostos e até os soldados estavam corrompidos. Os líderes religiosos da nação estavam corrompidos: Anás e Califas eram sumos - sacerdotes, mas não conheciam a Deus.
A polícia extorquia o povo para engordar o salário e fazia denúncias falsas. O povo trabalhava, mas Roma ficava com o lucro. Reinava a pobreza, a fome, o desespero. Herodes, o rei, era um homem devasso e adúltero. Tudo reflexo de um povo que em geral era bem religioso, mas não convertido a verdade de Deus. Por isso o ministério de João Batista teve tanto impacto, trazendo uma mensagem de arrependimento, nem sempre bem aceito. Mas João não quer agradar a homens, mas a Deus.
João constara que aquele povo não produzia frutos dignos de arrependimento. Hoje, a nossa nação está vivendo um tempo de crise sem precedentes. Estamos de luto. Nossas instituições estão doentes. A corrupção está no DNA da Nação. Nosso país atravessa uma aguda crise moral: lares sendo destruído, o tráfico de drogas crescendo, o nosso governo e o parlamento cheios de denúncias de corrupção. Vivemos a crise da pobreza, da fome, da violência e da impunidade.


Em Atos 17.30, o apóstolo fez a seguinte declaração durante a sua pregação em Atenas: No passado Deus não levou em conta essa ignorância, mas agora ordena que todos, em todo lugar, se arrependam. Deus está disposto a não levar em conta o nosso passado de pecados e transgressões, e dar a todos a oportunidade de começar uma nova vida, desde que estes se arrependam e que se disponha a obedecer a sua vontade expressa em sua Palavra.

domingo, 10 de julho de 2016

A DOR ALHEIA




Introdução

O mal apareceu pela primeira vez em um querubim de Deus - Lúcifer,que perdera sua glória e foi sentenciado a perdição eterna num lugar chamado Terra. A terra é um lugar de habitação para pessoas sentenciadas.
Sentença, segundo o conceito antigo, é o ato pelo qual o juiz põe termo ao processo, decidindo ou não o mérito da causa. Significa que embora sentenciados, ainda não foram condenados; há de se convir que isso preceda um julgamento final.
No livro de Jó o diabo aparecia diante de Deus, no céu, para fazer acusações gratuitas contra as pessoas.

Houve então uma guerra no céu. Miguel e seus anjos lutaram contra o dragão, e o dragão e os seus anjos revidaram.
Mas estes não foram suficientemente fortes, e assim perderam o seu lugar no céu.
O grande dragão foi lançado fora. Ele é a antiga serpente chamada diabo ou Satanás, que engana o mundo todo. Ele e os seus anjos foram lançado à terra.
Então ouvi uma forte voz do céu que dizia: "Agora veio a salvação, o poder e o Reino do nosso Deus, e a autoridade do seu Cristo, pois foi lançado fora o acusador dos nossos irmãos, que os acusa diante do nosso Deus, dia e noite.
Apocalipse 12:7-10

Quando Deus perguntou sobre Jó a Satanás, as respostas sempre foram acusações. Acusações são inverdades infundas que não se sustentam em um tribunal por falta de provas consistente.
A única causa encontrada que justificassem o sofrimento de Jó, está no Cap. 3 e no Ver. 25,26 O que eu temia veio sobre mim; "o que eu receava me aconteceu".
Não tenho paz, nem tranquilidade, nem descanso; somente inquietação".

O sinônimo de acusação é:
 Ataque; agressão; arremesso; investida ofensivas e embaraços. Essa sempre será as armas sutil de investida do inimigo contra o justo.
No entanto, o diabo embora oculto está sempre atuante. Primeiro acusando Jó diante de Deus; depois destruindo suas posses, matando seus filhos, colocando uma doença. Usando pessoas para falar coisas terríveis - sua esposa e seus falsos amigos - para derrubar de uma vez a sua esperança e confiança no Senhor seu Deus; que é um juiz justo.

Os amigos de jó...
SE VOCÊ NÃO PODE SOCORRER O JUSTO EM SUAS AFLIÇÕES ENTÃO, “TOME CUIDADO PARA NÃO ACUSA-LO, ISSO PODE TRAZER CONSEQUENCIAS.”

Segundo o relato bíblico, ao saberem dos acontecimentos em torno da vida de Jó, os amigos Elifaz, Bildade e Zofar, saem, cada um de sua região, para se encontrarem e juntos irem para Uz, afim de serem solidários. Ao chegarem onde Jó estava, perceberam como era grande seu sofrimento, choraram em alta voz, rasgaram suas roupas, colocaram terra sobre a cabeça e sentaram com Jó em silêncio (2.11-13).
Eles começaram bem! Tiveram atitude e foram em direção ao amigo, se compadeceram e partilharam a dor, a ponto de ficarem sete dias em silêncio, deveriam ter ficado de boca fechada…

“Se o que você fala não soluciona problemas então, é melhor que fica calado”

Misericórdia é compaixão despertada pela miséria alheia. Seja muito cauteloso com a dor alheia.
Jó abre a boca e põem pra fora toda sua indignação, raiva, angústia. Sente-se injustiçado e a beira da blasfêmia, Deus é o alvo de seus questionamentos.

O julgamento que fazemos sobre os sentimentos do nosso próximo, de suas escolhas especialmente quando só precisão de ouvido para ouvir, pode  causar damos irreparáveis. A condenação é uma usurpação, nos colocamos em lugar de juiz; É uma característica muito clara e evidente da aussência de misericórdia. Devemos entender que muitas vezes aconselhar é ficar quieto, somente ouvir. Pois no próprio ato do desabafo a pessoa se encontra.

Esses amigos também se achavam detentores da verdade. Pensavam estar fazendo a coisa certa. Os amigos de jó foram censurados por Deus.  Os amigos de Jó seguiam uma cartilha pronta sobre a forma como nos relacionamos  com Deus.
Os discursos de Jó não eram ortodoxos,  seu desabafo afrontam ideias fixas e vão contra princípios básicos do relacionamento entre a criatura e criador, conforme a sabedoria vigente. Os amigos de Jó, estavam certos quando ao princípio, mas errados nos valores; por isso não suportam as palavras de Jó, e se perdem em um discurso.
Paulo dizia aos efésios: “Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou” (Ef 2:4).

O julgamento dos amigos de Jó.
Elifaz tenta lembrar seu amigo de situações que já tinha enfrentado e vencido, dizendo: “eis que tens ensinado a muitos e tens fortalecido mãos fracas. As tuas palavras têm sustentado aos que tropeçavam, e os joelhos vacilantes tens fortificado. Mas agora, em chegando a tua vez, tu te enfadas; sendo tu atingido, te perturbas” (Jó 4.3-5).
Elifaz fala de suas convicções pessoas: então começa a dizer sobre suas próprias experiências pessoais dizendo “quanto a mim, eu buscaria a Deus e a ele entregaria minha causa” (Jó 5.8)
Sem  condolência para com a dor que havia em seu amigo, Elifaz acha que também já sofreu como Jó. Os conselhos de Elifaz são: “reconcilia-te” (Jó 22.21) e “se te converteres” (Jó 22.23),

O segundo amigo de Jó a tentar lhe consolar foi Bildade, o suíta, pois vinha da região de Suá. O argumento de Bildade era quanto às vaidades do mundo, mostrando a seu amigo que tudo passaria. Os três discursos de Bildade nos capítulos 8, 18 e 25 do livro de Jó mostram que se preocupava muito com as vaidades dos seres humanos.
Bildade mostra que tudo passa “porque nós somos de ontem e nada sabemos; porquanto nossos dias sobre a terra são como a sombra” (Jó 8.9). Faz também uma comparação com plantas que são belas, mas secam (Jó 8.11,12)
Bildade defende a justiça Divina e afirma que o homem é pecador (Jó 25.1-6), injusto e merecedor de todo sofrimento, “por que somos reputados por animais, e aos teus olhos passamos por curtos de inteligência?” (Jó 18.3).Os princípios de Bildade estão corretos mas os valores estão errados.

O terceiro amigo a falar com Jó foi Zofar, o naamatita, pois era da região de Naamá. O discurso de Zofar foi legalista. Acusou Jó de estar pagando pelos próprios erros. Não se importava com o sofrimento de seu amigo, preferindo assistir mais um julgamento Divino condenando-o por seus pecados.
O legalismo das opiniões destroem a imagem e semelhança de Deus.
Zofar parte do pressuposto de que Jó é injusto e está em pecado, esquecendo-se que também era pecador. O tom das palavras de Zofar mostra que sua religiosidade era a resposta para tudo.
Pessoas legalistas são insensíveis, não se importam com o sofrimento alheio e sempre encontram um motivo que justifique o que aconteceu.

O último amigo que falou com Jó foi Eliú, que parece ter chegado depois...
Eliú era educado e esperou sua vez de falar, também se registra que ele era mais jovem (Jó 32.4,5) Também se irritou com Jó por ter caído nas argumentações de seus três amigos tentando fazer a sua própria defesa.
Não é uma regra que as pessoas mais velhas são os mais sábios; as cães não é sinônimo de valores fundamentais para vida e relacionamentos saudáveis.
Ao invés de julgar por nossa experiência pessoal, pela vaidade de se achar melhor ou condenar com legalismo é melhor fazer como Jesus disse “bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia” (Mateus 5:7).

CONCLUSÃO: Jó 42.10 “Mudou o SENHOR a sorte de Jó, quando este orava pelos seus amigos; e o SENHOR deu-lhe o dobro de tudo o que antes possuíra”

Uma história com um final feliz.
Jó 42:2 " Os planos de Deus não podem ser frustrados" ,2Timóteo 3.16: Nenhum dos Teus planos pode ser frustrado.
Nada pode impedir que aquilo que Deus determinou que aconteça, deixe de acontecer por obra ou ambição humana. As Escrituras nos mostram o relato de um Deus fiel, que cumpre e realiza todos os seus propósitos, independentemente das condições, por mais adversas que possam parecer. A soberania de Deus não entra em conflito com as atitudes humanas, pois é ele quem as controla e as tem sob seu domínio.

Existe um segredo em toda essa história de dor, sofrimento, abandono e destruição.
Qual foi o segredo da superação de Jó diante dos infortúnios sinistros?

A vida de Jó mudou depois que aprendeu a orar por seus amigos.
Jó aprendeu que embora precise de amigos na hora da dor, mas o melhor conselho vem do coração de Deus, que é benigno, longânime e rico em misericórdia.
Somente quando Jó teve o seu momento a sós com Deus ele encontrou o consolo do Pai, encontrou colo, afago, cuidado e amor.

Sucedeu que, acabando o Senhor de falar a Jó aquelas palavras, o Senhor disse a Elifaz, o temanita: A minha ira se acendeu contra ti, e contra os teus dois amigos, porque não falastes de mim o que era reto, como o meu servo Jó.
Tomai, pois, sete bezerros e sete carneiros, e ide ao meu servo Jó, e oferecei holocaustos por vós, e o meu servo Jó orará por vós; porque deveras a ele aceitarei, para que eu não vos trate conforme a vossa loucura; porque vós não falastes de mim o que era reto como o meu servo Jó.
Então foram Elifaz, o temanita, e Bildade, o suíta, e Zofar, o naamatita, e fizeram como o Senhor lhes dissera; e o Senhor aceitou a face de Jó.
E o Senhor virou o cativeiro de Jó, quando orava pelos seus amigos; e o Senhor acrescentou, em dobro, a tudo quanto Jó antes possuía.

Jó 42:7-10

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