quarta-feira, 24 de maio de 2017

OUVIDOS PARA OUVIR...



"Aquele que tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas. Ao vencedor darei do maná escondido. Também lhe darei uma pedra branca com um novo nome nela inscrito, conhecido apenas por aquele que o recebe.” (Ap. 2:17)

Introdução
Essa é uma carta do próprio Deus aos vencedores. É para aqueles que não desistiram de obedecer a Deus, nem negociaram os valores do Reino e os princípios que são o espelho do caráter. Nesta carta contem a benção descrita em dois tópicos: Maná escondido e Pedra branca .

O pão que era oferecido diariamente ao povo de Deus no deserto tem como pressuposto a oferta da vida diária, que vem de provisão do Altíssimo, isso mostra o quando dependemos dele para continuar caminhando no deserto. 
Quando pensamos em maná escondido, compreendemos que o melhor da vida de Deus para as nossas vidas ainda está escondido em Deus, e, que está acessível a qualquer pessoa, por isso a palavra nos incentiva a prosseguirmos em conhecer a Deus.

 Então conheçamos, e prossigamos em conhecer ao SENHOR; a sua saída, como a alva, é certa; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra (Oséias 6:3).

Também podemos observar que ainda não conhecemos tudo a respeito do que Deus tem para cada um de nós. Esse texto nos leva a crer, que ainda seremos surpreendidos com o melhor de Deus que está por vir. O povo de Israel comeu o maná diário oferecido por Deus, esse maná deu forças para o seu povo caminhar 40 anos sem se cansar. O maná que está escondido em Deus está reservado para os vencedores.

“Buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes de todo o vosso coração. Serei achado de vós, diz o Senhor…” (Jeremias 29.13-14).

O maná escondido será uma recompensa, de vitalidade e energia renovada para os que esperam no Senhor.
Quando Jesus falou com a mulher Samaritana em (João 4), seus discípulos Israelitas Judeus estavam retornando de uma cidade vizinha com alimentos apropriados  para o consumo dos  Judeus (Ioudaioi). Os discípulos perguntaram entre si se talvez alguém já tivesse trazido comida para Jesus. Ele então respondeu aos seus discípulos que tinha algo que foi apresentado, nesta passagem em Apocalipse, também prometido ao vencedor – o maná escondido. Ele disse: “Eu tenho para comer uma comida que vocês não conhecem.” (Jo 4:32)

Esta comida secreta que “os demais” não conheciam é nada mais nada menos do que a energia divina que é capaz de fornecer sustento nas circunstâncias mais inimagináveis e perigosas da vida. Isto caracterizava o que seria realidade para os crentes que esperavam em Deus. Jesus prometeu essa energia para aqueles que obedecem à sua palavra.

Mas os que esperam no Senhor renovarão as suas forças; subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; andarão, e não se fatigarão. (Isaías 40:31)

2- Pedra branca.
Essa pedra contem o nome do destinatário, mas, sugere que ele terá um novo nome. É presumível que a pedra da qual se refere o texto, além de ser uma recompensa ao vencedor, é também um convite personalizado para sua entrada nas bodas do seu Senhor. Essa pedra será envida após a competição. Essa certamente é uma metáfora que também foi usada pelo Apóstolo Paulo em Filipenses 3: 13,14 “Irmãos, não penso que eu mesmo já o tenha alcançado, mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo, a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus.”

Novo nome.
O nome é o espelho do caráter, por tanto o texto se refere a um novo nome. Certamente Jacó não receberia o prémio antes do seu encontro com o anjo no “Vau de Jaboque” (Gen. 32.) que significa “lugar de travessia”. Não teremos a restauração do caráter se não formos transportados do “Reino das Trevas para o Reino da Luz”. Sem a intervenção divina nunca chegaremos do outro lado do vale da sombra da morte para ver a luz.
Os princípios definem o nosso caráter. Fomos concebidos em pecado como se refere o Salmista.

Eis que fui nascido em iniquidade, E em pecado me concebeu minha mãe (Salmos 51:5).

As coisas se agravaram, porque além de nascer em pecado, vivemos no meio de pessoas pecadoras de impuros lábios e, sabemos que a boca fala do que está cheio o coração.

O sonho de Deus foi ter uma grande família, porque tinha em mente o espelho do caráter do seu filho primogénito, logo todos os homens seriam a sua imagem e semelhança. Deus não teve duvidas quando a isso e liberou uma palavra Rema sobre a família recém-criada: Adão e Eva no jardim. Foi à primeira cerimonia de casamento celebrada pelo próprio Deus, isso mostra e comprova o grau de importância e a responsabilidade que é o matrimonio.

Deus os abençoou e lhes disse: "Sejam férteis e multipliquem-se! Encham e subjuguem a terra! Dominem sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se movem pela terra". (Gênesis 1:28)

Multiplicação e autoridade.
O caráter do casal foi deformado quando ultrapassarem os limites estabelecidos por Deus. Foram desleais aos princípios da obediência. Como toda a obra criada estava sobre sua autoridade e domínio, também foi contaminada e um animal agora sacia sua fome matando e comendo amimais da sua própria espécie.
Os nossos valores, decisões, relacionamentos definem nosso caráter e os princípios que são usados para tomar decisões diariamente. Não somos conhecidos pelo nome que recebemos, e quando as pessoas se referem a ele, está interpretando quem somos. O anjo não pergunta a Jacó qual era o seu problema, mas, qual o seu nome. Graças a Deus que ele não omitiu a fragilidade do seu caráter, isso deu a ele a garantia de um novo nome, daquele encontro no Vau de Jaboque: Não chamarás mais Jacó, e sim Israel - aquele que “vence”!

Aquele que tem ouvidos ouça...
O premio é para os vencedores.  Os que venceram a tentação de viverem em duplicidade de caráter, na fronteira do pecado e abrirão mão da cidadania terrena com seus lucros e valores para viver os princípios, na cultura do Reino de Deus:

Aquele que roubava, não roube mais; pelo contrário, trabalhe, fazendo com as mãos o que é bom, para que tenha o que repartir com quem está atravessando um período de necessidade. (Efésios 4:28)

Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejam filhos do vosso Pai que está nos céus; (Mateus 5:44)

E, ao que quiser pleitear contigo, e tirar-te a túnica, larga-lhe também a capa;
E, se qualquer te obrigar a caminhar uma milha, vai com ele duas.
Dá a quem te pedir, e não te desvies daquele que quiser que lhe emprestes. Mateus (5:41,42)

Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra; (Mateus 5:39)

Dá a quem te pedir, e não te desvies daquele que quiser que lhe emprestes. (Mateus 5:42)

Assim, pois, os últimos serão os primeiros e os primeiros serão os últimos.
Mateus 20:16

Marcos 13:13
Sereis odiados de todos por minha causa, todavia, aquele que permanecer firme até o seu fim receberá a glória da salvação. A grande tribulação.

(Vivendo nessa cultura descrita acima pela palavra de Deus, passamos a ter o direito ao Green card celestial, os mesmo os que recebem o “Cartão de Residência Permanente dos Estados Unidos”), é o cartão "verde" para aqueles que deseja ter cidadania Norte Americana; para aqueles que entraram na cultura; não é diferente para entrar no Céu.
A mensagem de "João o Batista" diz respeito ao que estamos falando, quando ele diz: é chegado o reino dos céus.

E, naqueles dias, apareceu João o Batista pregando no deserto da Judéia,
E dizendo: Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus.
Mateus 3:1, 2

Chegou-se um reino, também chegou um Rei, um governo com um povo, e uma nova cultura. O arrependimento é a condição sene-quanão para fazer parte desse Reino. Esse Reino é composto por pessoas que estão na cultura do Céu vivendo na terra. Os brasileiros que vivem em outros países estão vivendo em uma cultura que não é a sua cultura natal.

Valando da cultura do Reino dos Céus, Jesus se referindo sobre ela ele disse: “... o reino dos céus é tomado por esforço, e os que se esforçam se apoderam dele”. (Mateus 11:12). Não é uma tarefa simples, demanda esforço.

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Construa sua casa na rocha




Sabemos que o mundo está em crise. O radicalismo islâmico tem assustado. Cresce e se espalha o número de refugiados pelo mundo afora, inclusive no Brasil. A ditadura norte-coreana tem mostrado a sua terrível face. A miséria tem assolado muitos países, a natureza geme e sofre. Sabemos que o Brasil está em crise. O país enfrenta uma das suas piores crises política e econômica e as coisas ainda estão longe de serem resolvidas. A corrupção, endêmica e sistêmica, afeta quase todas as esferas da sociedade. Para piorar, algumas doenças antes erradicadas, agora voltam a assustar a população.

Sabemos que as famílias estão em crise. Cresce o número de casais de namorados que parecem não se importar com o casamento. Entre casais casados, cresce o número de divórcios. Pais omissos têm gerado filhos rebeldes e insubmissos. As drogas destroem famílias inteiras e algumas delas estão se transformando em verdadeiras anarquias. Sabemos que o ser humano está em crise. Desorientado, em crise de identidade, existencial e de valores. O homem não sabe mais quem é e está perdendo a conexão com o seu Criador. Por isso a explicação para tanto sofrimento emocional e físico.

No final da mensagem mais conhecida de Jesus, o Sermão do Monte, há, sem dúvida, a solução para todas as crises que enfrentamos (Leia Mateus 7.24-27). Sabedor da importância da família, primeira instituição criada e base de qualquer sociedade, Jesus deixou um importante legado aos seus discípulos e às futuras gerações. Utilizando uma parábola, Ele comparou a atitude de duas pessoas que, igualmente, ouvem a Sua Palavra, porém tomam decisões distintas. Há três verdades no ensino de Jesus:

1. A chuva cai sobre todos

As chuvas torrenciais e as inundações causam muitos danos e destruição às moradias. Muitos brasileiros, que moram em áreas de risco, são obrigados a sair de suas casas quando as fortes chuvas começam a cair. O risco de desabamento é iminente e preocupante. O texto é muito claro quando afirma que a chuva, que faz transbordar os rios; e os ventos fortes, que sopram e assustam, atingem tanto o prudente como o insensato, ou seja, ambos igualmente são afetados. Jesus nos mostra que os dois escutaram o mesmo ensino, porém um obedeceu, praticou, e o outro, não.

Os problemas da vida alcançam a todos, sem distinção. Às vezes, somos tomados de uma falsa certeza de que as dificuldades não podem atingir o cristão e que o Senhor nos livrará de todos os males. Há momentos em que Ele vai nos livrar, mas há outros que não. “Porque Ele faz raiar o seu sol sobre maus e bons e derrama chuva sobre justos e injustos” (Mateus 5.45). Se você está passando por uma forte crise no seu casamento, família ou negócios, compreenda que: “todas as coisas colaboram para o bem daqueles que amam a Deus” (Romanos 8.28) e que “a vontade do Senhor sempre é boa, perfeita e agradável” (Romanos 12.2). Se você fez a coisa certa e vive em concordância com a vontade de Deus, acalme o seu coração e saiba que Ele está no controle de todas as coisas (Isaías 43.1-5).

Coisas ruins também acontecem com pessoas boas, portanto não sinta abandonado ou esquecido. Saiba que Ele cuidará de todas as suas necessidades, mesmo quando surgirem as fortes tempestades. “Entregue o seu caminho ao Senhor; confie nele, e ele agirá. Descanse no Senhor e aguarde por ele com paciência” (Salmo 37.5,7).

2. A nossa base precisa ser sólida

Em uma construção, os operários precisam cavar o solo até encontrar a solidez do terreno para levantar os alicerces. Somente depois de muito tempo e trabalho, é possível, de fato, iniciar a obra. O mesmo acontece nas áreas da nossa vida. Praticamente tudo que desejamos alcançar vai exigir de nós investimento, esforço e dedicação. E isso pode levar algum tempo. Somos tentados a querer resolver tudo rapidamente, mas para conseguirmos uma base segura capaz de sustentar os pilares da nossa existência, é preciso buscar até conseguir encontrar firmeza, segurança e estabilidade.

Jesus ilustrou de forma notável a importância do fundamento para edificarmos nossa vida. O prudente, por ter ouvido as palavras de Jesus e edificado a sua casa sobre a rocha, conseguiu suportar a chuva forte e os ventos contrários. Buscar o fundamento certo faz toda a diferença. Construir a vida sobre a areia é construir sobre o próprio pensamento, entendimento. Os princípios corretos não estão na superfície, mas na profundidade de um relacionamento íntimo e profundo com Deus. Somente em Cristo a família conseguirá se sustentar de pé em meio às crises que se instalam o tempo todo. Jesus precisa ser a pedra fundamental, que dará base para todos os planos e projetos.

A Bíblia nos ensina o seguinte: “Coloquei toda a minha esperança no Senhor; ele se inclinou para mim e ouviu o meu grito de socorro. Ele me tirou de um poço de destruição, de uma toleiro de lama; pôs os meus pés sobre uma rocha e firmou-me num local seguro” (Salmo 40.1,2). Cristo é a Rocha sobre a qual devemos construir as bases para a nossa vida, família, negócios, planos, etc. Sem Ele não podemos ir a lugar nenhum. Sem Ele, tudo perde o sentido, se fragiliza e desmorona.

3. A areia pode ser transformada em rocha

Jesus Cristo sabia muito bem que alguns construtores erguiam suas casas em solos frágeis, arenosos e não confiáveis. Por isso que Ele fez questão de ilustrar seu sermão, pois quando chegava o tempo das chuvas fortes, só restava um monte de ruínas. A areia é um material de origem mineral formada pela fragmentação das rochas por erosão, por ação do vento ou da água, ou seja, a areia um dia foi uma rocha. Mas, será possível a areia se transformar novamente em rocha? Sim, é possível, porém será preciso existir um elemento catalisador, aglutinador, aliado à ação da natureza.

Na vida espiritual, o Espírito Santo é o agente que nos transforma, fazendo com que as bases fracas e inconsistentes que foram usadas para construir a nossa vida sejam fortalecidas. Quando a vida de uma pessoa começa a ser transformada pela natureza divina, seu preparo para as adversidades se torna muito mais apurado. As lutas e as crises virão, mas a base novamente restaurada será capaz de dar sustentação e equilíbrio.

Mesmo aqueles insensatos, que não edificaram sua vida sobre os fundamentos verdadeiros da fé em Cristo, podem rever a sua decisão. É o Espírito de Deus quem convence o homem do pecado, da justiça e do juízo (João 16.8). Podemos sintetizar em uma palavra toda a ação do Evangelho de Jesus Cristo na vida de uma pessoa: GRAÇA. Graça é um favor que não merecemos, mas mesmo assim Ele nos oferece. Graça é continuidade, é a chance de recomeçar e de se fortalecer novamente. Graça é quando uma base de areia, frágil e insegura, se transforma em rocha, firme e segura.

Sua casa, vida, negócios, projetos, esperança… está na areia ou na Rocha?

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Por: Pr. José Paulo Moura Antunes

segunda-feira, 24 de abril de 2017

AS METÁFORAS DAS PARÁBOLAS DE JESUS

Texto: Lucas 15: 1 a 32

Introdução
Mais do que nunca temos sentido as trevas tensa tomando conta da nossa nação, famílias e igreja.
Temos atendido famílias que estão passando por momentos delicados de relacinamentos, situação financeira em crise e filhos rebeldes, agressivos e que estão compremetidos com pacto satanico, levando-os a mutilação do corpo e obistinados ao suícidio. Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos.
Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos,
Sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons,
Traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus,
2 Timóteo 3:1-4. .
Se não agirmos com um propósito intencional, podemos perder essa geração,confesso que não me sinto apto para uma tarefa dessa invergadura. Temos que nos vestir de saco e cobrir a cabeça com cinza e pedir perdão ao Senhor, para que nossa nação seja curada e as famílias sejam poupadas ou não haverá uma proxima geração.
(Daniel 9: 5 a 9)
5 Eu, pois, dirigi o meu rosto ao Senhor Deus, para o buscar com oração e súplicas, com jejum, e saco e cinza.  
4 E orei ao Senhor meu Deus, e confessei, e disse: Ó Senhor, Deus grande e tremendo, que guardas o pacto e a misericórdia para com os que te amam e guardam os teus mandamentos;  
5 pecamos e cometemos iniqüidades, procedemos impiamente, e fomos rebeldes, apartando-nos dos teus preceitos e das tuas ordenanças.  
6 Não demos ouvidos aos teus servos, os profetas, que em teu nome falaram aos nossos reis, nossos príncipes, e nossos pais, como também a todo o povo da terra.  
7 A ti, ó Senhor, pertence a justiça, porém a nós a confusão de rosto, como hoje se vê; aos homens de Judá, e aos moradores de Jerusalém, e a todo o Israel; aos de perto e aos de longe, em todas as terras para onde os tens lançado por causa das suas transgressões que cometeram contra ti.  
8 Ó Senhor, a nós pertence a confusão de rosto, aos nossos reis, aos nossos príncipes, e a nossos pais, porque temos pecado contra ti.  
9 Ao Senhor, nosso Deus, pertencem a misericórdia e o perdão; pois nos rebelamos contra ele (...)
Estamos vivendo um tempo de rebeldia na vida eclesiastica , membros do corpo de Cristo em pecado, que não se submetem aos princípios da palavra de Deus. São senhores de si mesmo, donos do proprio nariz, se negam a prestar contas da sua conduta e não querem adar na luz; suas vidas não são transparetes e pruduzem sobras de carater. Este é o julgamento: a luz veio ao mundo, mas os homens amaram as trevas, e não a luz, porque as suas obras eram más. Quem pratica o mal odeia a luz e não se aproxima da luz, temendo que as suas obras sejam manifestas.  Mas quem pratica a verdade vem para a luz, para que se veja claramente que as suas obras são realizadas por intermédio de Deus”.(João 3:19 a 21)
Sabemos que esse é o fermento do farizeu, são religiosos, mas, que contamina a massa com o mal fermento em que Paulo alertou a igreja do perigo. "Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda?" (1 Coríntios 5:6).

Deus tem nos mostrado que temos pessoas perdida do lado de fora, como mostra na parábola da “ovelha perdida”. São pessoas independentes, fazem suas propias escolhas, dura servis e com a consiência calterizada que se perdem, mesmo com a presença do pastor. Mas temos também as “dracmas perdidas” dentro de casa, que não sabem que estão perdidas, mas estão na mesma condição da “ovelha”, à apenas  uma diferença: “Um se perde do lado de fora e o outro do lado de dentro”, mas ambas estão perdidas. O que se perde do lado de fora, “ovelha”, sabe que está perdida mas não encontra o caminho da volta para o aprisco, e assim sendo o pastor (Jesus) se compromete buscar e trazer de volta para em segurança. O Pastor sabe do valor implicito na individualidade, embora ainda tenha sobre seu pastoreio as noventa e nove. As que se perde do lado de dentro, a responsabilidade é da inteira responsabilidade da mulher que à perdeu. A questão é, está faltando azeite na Candeia (lamparina)da mulher, (a igreja, a noiva de Cristo). Acasa está em trevas e não se pode encontrar os que estão perdidos do lado de dentro. A vassoura comprova a habilidade da mulher, dominio na execusão da tarefa.
A mim parece que as “três em uma”, que são as parápolas de Jesus, que enfatiza:
1-A ovelha perdida
2-O dracma perida e
3-O filho prodigo, tem tudo haver com as cinco mulhres prudentes e as cinco loucas, as dez virgens descritas no livro de (Mateus 25:1 a 8)"O Reino dos céus será, pois, semelhante a dez virgens que pegaram suas candeias e saíram para encontrar-se com o noivo.
2 Cinco delas eram insensatas, e cinco eram prudentes.
3 As insensatas pegaram suas candeias, mas não levaram óleo.
4 As prudentes, porém, levaram óleo em vasilhas, junto com suas candeias.
5 O noivo demorou a chegar, e todas ficaram com sono e adormeceram.
6 "À meia-noite, ouviu-se um grito: 'O noivo se aproxima! Saiam para encontrá-lo!'
7 "Então todas as virgens acordaram e prepararam suas candeias.
8 As insensatas disseram às prudentes: 'Deem-nos um pouco do seu óleo, pois as nossas candeias estão se apagando'.)

Jesus conclui as parábolas com a figura de linguagem do “filho prodigo”. Seu irmão mais velho que embora não pediu sua parte na herança do Pai, más, também recebeu parte da herança e gastava nos mesmo prezeres que o seu  irmão mais novo, que foi pra uma terra distante. Ele nunca saiu de casa,se dizia fiel ao Pai e acusa o Pai de injusto. O que me impreciona nesta figura de linguagem de Jesus, é como  o irmão mais velho sabia onde o seu irmão mais novo gastará a sua parte da herança, e onde ele frequentava . A mim parace também, que ele fazia as mesmas coisas, tinha o mesmo prazer nas coisas pecaminosas, a diferença que fazia tudo estando na  casa do Pai; do lado de dentro.
Fica claro e evidente porque ele não quis celebrar o perdão consedido pelo Pai, não teve coragem de confessar seu pecado, sua participação no erro do irmão mais novo.
A festa de celebração, roupas limpas, sadalhas e uma nova aliança , é só para os que caem em si e corajosamente confesam publicamente o seu pecado contra o Pai. E lhes disse: "Isto é o meu sangue da aliança, que é derramado em favor de muitos (Marcos 14:24).Somente para os que  estão disposto a ir para Cruz e resarsir o prejuízo causado; embora o Pai esteja com pré-disposição de perdoar a divida. O verdadeiro arrependimento incliu e gera no coração uma pré-disposição de resarcimento, no casso do filho prodigo a divida era com o Pai, mas, no caso de Zaqueu era uma divida social.
Todo o povo viu isso e começou a se queixar: "Ele se hospedou na casa de um ‘pecador’ ".
Mas Zaqueu levantou-se e disse ao Senhor: "Olha, Senhor! Estou dando a metade dos meus bens aos pobres; e se de alguém extorqui alguma coisa, devolverei quatro vezes mais".
Jesus lhe disse: "Hoje houve salvação nesta casa! Porque este homem também é filho de Abraão.
Lucas 19:7-9

Conclusão:

Na casa do Pai sempre vai haver um novilho sevado, roupas limpas, sandalhas e uma nova aliança prepadado para o filho arrependido. Na casa da mulher sempre haverá celebração quando se acha uma moeda perdida. O coração do Pastor sempre será tomado de uma alegria esfuziante, quando encontrar sua ovelha perdida.

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